Co-mu-ni-car

Olá Inspiração!

É certo que comunicar de forma consciente é um verdadeiro desafio e, quando se trata de comunicar conscientemente com os nossos filhos, ainda mais… Comunicar com consciência e presença, implica estar plenamente disponível para todo o processo da comunicação, para estabelecer relação, para escutar, para falar com o coração e para estar ciente de todos os aspetos que interferem na mensagem que está a ser transmitida.

Hoje propomos que te questiones sobre a qualidade da comunicação que escolhes adotar com os teus filhos porque o primeiro passo para a mudança na forma como comunicamos é, precisamente, a tomada de consciência. Por isso, é fundamental que, se reconheces a importância de alterares esses comportamentos, respondas interiormente (ou se preferires, por escrito) e com honestidade às perguntas que se seguem:

Quando pretendes colocar limites, como o fazes? Garantes que os teus filhos te compreenderam?

O respeito é sempre (inclusive em situação de tensão ou conflito) a base da tua comunicação? Tens o hábito de julgar os comportamentos do teu filho com expressões como “és sempre o mesmo desarrumado”, “fazes sempre tudo mal”?

Ameaças o teu filho com frases como “para a próxima, vais para um colégio interno” ou “se te portares mal, eu deixo de gostar de ti”?

Em que momentos admiras a tua comunicação e em que momentos consideras que podias ter respondido de forma diferente?

Tens o hábito de comunicar os teus próprios sentimentos? Ou seja, perante uma situação de tensão escolhes comunicar a forma como esse momento te fez sentir?

Os nossos filhos são o nosso espelho, eles observam os nossos comportamentos para, mais tarde, os reeditar e repetir. Isto significa que o primeiro passo está sempre do lado dos pais, porque não podemos esperar que os nossos filhos alterem a sua comunicação, se nós não alterarmos primeiro a nossa. Não podemos exigir que nos respeitem se, quando tentam testar os limites nós lhes transmitimos desamor, desconfiança e desrespeito. Estes sentimentos gerados na criança ou adolescente vão nutrir uma bola de tensão e de emoções que, inevitavelmente, eles vão precisar de expulsar mais tarde e, automaticamente, nesse momento, será gerada uma nova onda de tensão.

Novamente te dizemos que tudo começa em nós, tudo começa no autoquestionamento, na tomada de consciência e na vontade de querer ser sempre a melhor versão de nós mesmos. Enquanto te colocas este desafio de te autodescobrires, nós continuaremos aqui para te inspirar na tua parentalidade.

Um sorriso,

Inspira Parentalidade!

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